Como o próprio nome sugere, envolve menos cortes. Somente na região interna das narinas são realizadas as incisões. A técnica é aplicada para o dorso ou a giba (ossinho alto do dorso). A rinoplastia aberta inclui além dos cortes na região interna das narinas, uma incisão entre as narinas (columela nasal).
A vantagem desta técnica é ter uma melhor visualização das estruturas nasais e tratá-las de forma mais individualizada e minuciosa, permitindo manobras que não são possíveis pela técnica fechada e conseguindo melhor estruturação nasal. A técnica permite o tratamento de todas as áreas incluindo a ponta nasal.
Nos primeiros quatro anos de sua formação, Dra. Caroline realizava praticamente todos os seus casos através de cirurgia fechada, por técnica de “Delivery” das cartilagens alares e técnicas preservadoras do dorso nasal. Com isso ela desenvolveu melhor a percepção de superfície e aprimorou sua visão estética. Hoje em busca de melhores resultados ela também realiza a rinoplastia aberta.
Através de enxertos de cartilagem do próprio organismo do paciente, posicionados em pontos estratégicos, conseguimos modificar o formato do nariz, reforçar as estruturas e alcançar resultados que se mantém a longo prazo.
Os enxertos são colhidos do septo nasal. Em alguns casos pode haver necessidade de coleta de cartilagem de concha auricular ou cartilagem costal (proveniente de uma das costelas do próprio paciente). As coletas são realizadas de forma minimamente invasiva e com pouco desconforto. A técnica estruturada é excelente para todos os tipos de nariz, principalmente para o tipos mestiço e negróide.
Esta técnica tem o objetivo de preservar o dorso nasal, abaixando a estrutura “em bloco” e, também preservando maior quantidade de ligamentos e músculos nasais. É uma técnica bastante difundida na atualidade na Europa (Portugal, Turquia, Grécia), e também no Brasil.
Os casos de preservadora devem ser escolhidos de acordo com algumas características como: tipo de giba (osso alto do dorso), altura do rádix (raiz do nariz), e largura do dorso. Esta seleção evita alguns problemas da rinoplastia preservadora, como giba residual e dorso largo.
Nós oferecemos o que há de melhor e mais avançado em cirurgia nasal para os nossos pacientes. E, por isso, optamos pela rinoplastia ultrassônica. A cirurgia ultrassônica combina a habilidade técnica da cirurgiã com a precisão de um equipamento conhecido como Piezo. Este “motor” transforma energia elétrica em mecânica. Com ponteiras bastante delicadas, permite que o cirurgião trabalhe os ossos do nariz de forma
menos agressiva, pois preserva as partes moles (nervos, vasos, músculos e ligamentos) garantindo uma recuperação mais rápida e resultados mais harmônicos. A Ultrasonic Rhinosculpture (rinoescultura ultrassônica) é uma verdadeira escultura na parte óssea nasal. Foi desenvolvido na França e realizado pela primeira vez no Brasil em 2016.
Duas técnicas são combinadas na rinoplastia híbrida: técnica preservadora e a estruturada. Juntas, são usadas para preservar o dorso e estruturar a ponta, evitando um dos principais efeitos do passar dos anos: a queda da ponta nasal.
É excelente para os casos frequentemente encontrados no Brasil, especialmente naqueles em que o paciente tem uma giba mais regular (sem muitas angulações) e dorso mais fino.
É sempre um episódio triste quando não nos sentimos satisfeitos com algo que tanto desejamos. No caso da rinoplastia, lidar com um resultado que não agrada não é tão simples, afinal o nariz fica ao centro da face e, tem completa relação com a harmonia facial. Encorajar-se para um novo procedimento também pode ser um tanto complexo e provoca dúvidas:
Sim. Operar novamente o nariz pode ser bem mais complexo e oferecer mais riscos. Um nariz já operado previamente, ou que foi alterado por procedimentos incertos e agressivos - como “rinomodelação definitiva”, “slim nose”, “ponta fina” entre tantas outras “técnicas” das redes sociais - já apresentará um processo de fibrose e, suas estruturas podem não estar mais íntegras.
A irrigação sanguínea também pode estar um pouco comprometida e a pele com cicatrizes. Neste contexto, procurar um profissional que esteja certificado, que tenha treinamento adequado e, principalmente, experiência e a tranquilidade para realizar procedimentos complexos é de extrema importância.
A abordagem das rinoplastias revisionais deve ser feita da maneira menos agressiva possível, preservando as estruturas e as reconstruindo quando necessário. É importante o paciente estar sempre ciente e orientado sobre os sinais de alerta e, ter acesso a equipe sempre que necessário.
Conversar de forma clara e honesta sobre as limitações e também as possibilidades para seu caso faz parte de um atendimento humanizado, que deve ser sempre prioridade. Com a nossa equipe multidisciplinar você encontrará experiência, técnica, dedicação intensa e humanização, sempre abordando cada caso com muita responsabilidade.